A teosofia apresenta uma visão ampliada, ao mostrar que o homem não é o seu corpo, porque o corpo está continuamente mudando; e que o homem não é sua mente, porque ele está constantemente a mudar de opinião; mas que existe no homem algo permanente, que é a sua identidade através de todos os tipos de personificações. Não houve nenhuma mudança em nossa identidade desde a infância até os dias atuais. O corpo mudou, o ambiente mudou, mas a identidade permanece a mesma e não vai mudar daqui para a frente, apesar de todas as alterações no corpo, ou na mente, ou nas circunstâncias. Só aquilo que é imutável em nós é real. Nada que muda é real. Só o que é real percebe a mudança. A mudança não pode ver a mudança. Só o que é constante percebe a mudança. Apenas o permanente pode perceber a impermanência. Por menos que o percebamos, há algo em nós que é eterno e imutável.
Quando a raça Adâmica foi levada do sistema de Andromeda para outro lugar, com intuito de melhorá-la e ter outras oportunidades de manifestações o sistema escolhido foi a constelação de Lira. Os fundadores, assim chamados, queriam manifestar diferentes fases dimensionais deles próprios. Isto iria gerar formas originais de vida diversificada e isso facilitaria novas realidades, que estava acabando de nascer. Estava surgindo a raça humana que conhecemos.
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Nós somos os Eus Superiores reencarnantes, que continuarão a renascer até que a grande tarefa à qual nos propusemos esteja concluída. Essa tarefa é a elevação de toda a humanidade para o estágio mais elevado possível de perfeição numa Terra deste tipo.
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